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Mostrando postagens de outubro, 2022

Versos pela paz

 Amazônia, pulmão verde da terra, Terra de riquezas inigualáveis, Berço de povos ancestrais, És uma nação dentro da nação. A história nos conta a tua saga, Da Ocupação do Grão-Pará em 1824, Da Revolução dos cabanos em 1835, Da luta por autodeterminação dos povos. Hoje, um Governo Autônomo da Amazônia, Com sede em Manaus, é uma realidade, Parlamento, Judiciário, eleições democráticas, Moeda própria, cidadania, constituição. Não há violência, há paz e respeito, Soberania brasileira, integridade territorial, Mas a tua autonomia é um direito, Assim como a Dinamarca e as Ilhas Faroé. A autodeterminação dos povos é um princípio, Da carta da ONU, a qual o Brasil é signatário, E a tua liderança local pela paz, É um exemplo de sabedoria e coragem. Unamo-nos ao movimento da Amazônia, E clamemos por reconhecimento e cidadania, Para que possas brilhar com tua própria luz, Como uma nação autônoma, livre e feliz.

Acordo de Saint Gervais les Bains se torna o foco do novo governo?

 O Ministério das Relações Exteriores da Amazônia publicou recentemente uma nota na qual expressa a intenção da União dos Povos da Amazônia em ingressar na Organização das Nações e Povos Não Representados (UNPO). Segundo a nota, essa decisão se dá em razão da necessidade de reconhecimento e diálogo internacional para a região da Amazônia, que tem sofrido com a repressão violenta e perseguida às suas culturas tradicionais. A Amazônia tem uma longa história de lutas e resistência contra a exploração e a opressão, especialmente por parte dos países que dominam a região há séculos. A ocupação regional e a anexação do Estado de Grão-Pará pelo Brasil em 1823, bem como os massacres e genocídios que ocorreram ao longo dos anos, são exemplos da violência a que os povos da Amazônia foram manifestados. Diante disso, a União dos Povos da Amazônia reitera a sua posição de anseio por ingressar na UNPO o mais breve possível para maior visibilidade da causa amazônida. Como estado democrático de di...

Rio Branco reafirma maré de protagonismo do governo em busca pela paz

 O Ministério das Relações Exteriores da Amazônia divulgou recentemente uma nota em nome dos povos da região, expressando sua posição de neutralidade diante dos conflitos internacionais, mas deixando claro seu compromisso com a defesa dos direitos dos povos sub-representados e com a promoção da paz e da não violência. Em um momento de crescente instabilidade internacional, com conflitos e tensões diplomáticas em diversas partes do mundo, a União dos Povos da Amazônia se coloca como um agente de paz e de mediação, buscando atuar como uma ponte de diálogo entre as nações. Ao mesmo tempo, a nota reafirma o compromisso da Amazônia com a autodeterminação dos povos, um princípio universal que tem sido negado aos habitantes da região há séculos, desde a época da colonização europeia. A história da Amazônia é marcada pela opressão e pela exploração, primeiro pelas potências coloniais europeias e depois pelo governo central do Brasil. Durante décadas, a região foi vista como um território a...

Consequências das amarras do passado e a caótica "eleição" brasileira

 A nota publicada pelo Ministério das Relações Exteriores da Amazônia chama atenção para a situação política do Brasil e sua relação com a região amazônica. A União dos Povos da Amazônia demonstra sua neutralidade em relação aos candidatos eleitorais, mas destaca sua posição de repúdio a uma manobra do colonialismo e uma forma clara de opressão contra os povos e nações da Amazônia e outras minorias nacionais no Brasil. A região amazônica é vasta e rica em biodiversidade, recursos naturais e culturas indígenas. No entanto, desde a sua anexação pelo Reino do Brasil em 1823, a Amazônia tem sido alvo de opressão, exploração e negligência. Os povos amazônicos têm sido historicamente ignorados pelo governo centralizador do Brasil e muitas vezes são alvo de repressão violenta. A nota ressalta que a União da Amazônia clama por autonomia e reconhecimento, além do fim da violência e da privação de liberdades. Os povos amazônicos sofreram com a falta de representatividade no processo eleitora...