A Guerra de Frouzi - O relógio bate, Rio Branco volta a ser abóbora e Confederação Nacional parece coisa de chapeleiro maluco.
Era uma vez uma terra distante, onde diversas nações lutavam por sua autonomia e representatividade. Entre essas nações, destacavam-se duas que travavam uma guerra fria, a Associação Povos da Amazônia e a União dos Povos da Amazônia, ambas com o mesmo objetivo: a conquista de maior autonomia para a região amazônica.
Porém, recentemente, a União dos Povos da Amazônia propôs algo que poderia mudar o jogo dessa guerra. A criação de uma confederação brasileira de nações não representadas, formada por Amazônia, Nordeste, Sul, Rio de Janeiro e São Paulo. Uma proposta ambiciosa, porém, que não engajou com os representantes dos outros movimentos por autonomia.
Enquanto isso, a Associação Povos da Amazônia parecia estar em vantagem, com boas relações com Nordeste e Sul. A União da Amazônia parecia ter esquecido do Barão de Rio Branco, pai da diplomacia, e ficava em desvantagem no diálogo internacional.
É como se o relógio batesse meia-noite, a carruagem virasse abóbora e a União da Amazônia se visse num mundo de contos de fadas, onde a Confederação Nacional de nações não representadas parecesse coisa de chapeleiro maluco.
Mas não se enganem, caros leitores. Em tempos de guerra, é preciso mais do que propostas ambiciosas para se alcançar a vitória. É necessário diálogo, alianças e estratégia. E nesse quesito, a Associação Povos da Amazônia parece estar um passo à frente.
Que a União da Amazônia não se esqueça de que, assim como em Cinderela, a magia se desfaz e a realidade volta a reinar. E nesse momento, será a força das relações diplomáticas que definirá o destino das nações em busca de autonomia.
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