O levante de Verde e Amarelo promete tomar a praça dos três poderes em Brasília no dia 15 e a crise ameaça chegar às ruas da Amazônia.
A ameaça da ruptura com a ordem publica no Brasil assusta as instituições amazônicas e o risco de uma nova onda Sessentaequatrista coloca Parlamento e Governo em sinal de alerta.
Informações saídas de dentro do alto escalão do governo Amazônico indicam que é provável que o Estado Autônomo amanheça com um gabinete de Crise Instaurado já na Segunda Feira (14 de Novembro).
A ameaça à qual nos referimos é o risco de uma perseguição aos movimentos sociais brasileiros - como a União dos Povos da Amazônia - caso os levantes populares tenham êxito em suas reinvindicações e a constituição seja revogada com o uso da arma mais forte que o Brasil possui, a voz do povo.
Hoje, a redemocratização da Nicarágua e da Venezuela e as Volatilidades Institucionais da Bolívia, Peru, Haiti e Argentina são pautas que não foram arquivadas pelo Ministério Rio Branco. Lidar com uma questão tamanha na maior economia do Hemisfério Sul do Globo não seria fácil e provavelmente adiaria os debates da desocupação do território amazônico ( 200 anos de ocupação em 2023 ) em pelo menos duas décadas.
A posição oficial do Parlamazônico ainda não foi divulgada, aguardaremos apreensivos.
A Amazônia apresentou o Projeto "Voluntários da Nação" que você pode se cadastrar pelo link ou pelo site do Ministério do Povo. A iniciativa busca formar um corpo voluntariado para defender e trabalhar em prol do povo Amazônico.
- O Independente
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