Os brasileiros têm uma grande responsabilidade pelo caos que se aproxima na Amazônia. O povo da região não é bem representado na política nacional, o que leva a decisões desastrosas para o meio ambiente e para as comunidades locais. Além disso, o ufanismo brasileiro tem contribuído para a instabilidade institucional no país e a possibilidade de uma insurreição popular.
Manifestantes têm se reunido em frente a prédios das forças armadas e murmurado sobre uma provável invasão aos três poderes e queda do Planalto Central, lembrando a queda da Bastilha. Alertamos para a possibilidade de uma guerra civil no Brasil, assim como ocorreu em 1932.
A democracia brasileira está claramente em derrocada, já que o STF iniciou um regime de censura contra políticos, e a perseguição a grupos políticos pode ocorrer após a ascensão do novo governo, se ele ocorrer. Como disse o filósofo europeu Friedrich Nietzsche, "a política é a guerra sem sangue, e a guerra é a política com sangue".
É importante lembrar que existem forças estrangeiras envolvidas nos levantes populares, mas não podemos descartar a possibilidade de que haja também forças internas que estejam trabalhando para minar a democracia brasileira.
O futuro da Amazônia e do Brasil é incerto e sombrio, e cabe a todos os brasileiros tomar medidas para evitar a catástrofe iminente.
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