O Ministério da Casa da Nação emitiu uma nota oficial em nome do Primeiro-ministro da Amazônia, João Maia, sobre o vazamento de informações do governo. Mas o que chamou a atenção mesmo foi o tom pesado e a linguagem rebuscada do comunicador, que mais parecia uma carta de amor romântico do que uma nota de esclarecimento.
De acordo com a nota, o governo está profundamente desapontado com o ocorrido e repudia uma atitude irresponsável daqueles que violaram a confidencialidade do governo. Mas será que o governo também repudia a própria incompetência em garantir a segurança das informações?
O projeto intitulado "Amazônia 2035" é descrito como extremamente importante e fundamental para o desenvolvimento da região. Mas não fica claro se a população terá acesso a essas informações na sua versão final ou se elas serão mantidas em segredo pelo governo autônomo da Amazônia.
O governo pede para que o ocorrido não impacte a política nacional, mas parece que a política da Amazônia já está impactada pela aproximação do Brasil ao Irã, um regime totalitário que viola os direitos humanos e ameaça a paz mundial.
Por fim, o governo reitera seu compromisso com a transparência e a seriedade na condução dos assuntos administrativos. Será que isso inclui a transparência em relação às relações diplomáticas da Amazônia com o Irã?
Enquanto isso, os cidadãos e cidadãs da Amazônia ficam com mais perguntas do que respostas e se perguntam se os políticos da região estão mais preocupados em manter seus segredos do que em falar a verdade para a população.
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